Homem prendado

Como percebi que ser blogueiro não necessariamente me trouxe uma mulher para a vida toda, decidi que preciso atribuir novas características à minha pessoa. Afinal, ferômonios não estão me ajudando muito. Tá certo, não adianta mesmo ficar parado esperando que uma mulher venha correndo e diga: “Mário, eu sou toda sua, faça o que você quiser e mais um pouco”. Sem chance. O negócio é investir nos meus atributos mesmo e esperar. Uma hora há de dar certo.

De todo modo, o que quero dizer é que estou tentando me conciliar com algumas tarefas outrora inimagináveis, como tarefas domésticas, por exemplo. Tipo cozinhar. Tudo bem, eu sei, isso soa até como heresia para um macho como eu (e que Chuck Norris me perdoe!), mas alguém, afinal, tem que quebrar os paradígmas dessa sociedade machista, para que se construa um mundo mais igualitário (não sei por que, mas me sinto tão filosófico hoje). E não, não é coisa de maricas.

Enfim, o fato é que cozinhar não é tão mal. Certo, é inegável que é, no mínimo, estranho ter que manusear objetos de formatos comprometedores, como cenouras, pepinos e coisas assim. Mas não é traumatizante. Afinal, homem que é homem sabe identificar e separar o que é e o que não é (com exceção do Ronaldo, claro).

E, além de tudo, é supimpa não ter que recorrer sempre ao Miojo quando estiver com fome. E é melhor ainda quando o resultado da mistura é algo reconhecível a olho nu. Dá até uma certa emoção, afinal, significa que estou virando um homem virtuoso e tal.

Aprendi, por exemplo, a fazer Strogonoff, panqueca, arroz, feijão… Enfim, também passo, lavo e enxugo se a guria quiser. E se não for suficiente, chuto o pau da barraca! Afinal, se ser um macho moderno não resolver, volto aos métodos antigos e pronto. Vai que marcar território ainda funcione…

E não, esse não é mais um post para promoção da minha pessoa, mas sim uma forma de me sentir tranqüilo em relação a uns hábitos estranhos que têm me atormentado ultimamente. Mas, de qualquer forma, estou atento às possibilidades que surgirem. Afinal, degustação feminina é o objetivo.

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Contos Eróticos e tal

Quando descobri que este pequeno blog (estou falando apenas do blog; não de outras coisas, por favor) também era lido por mulheres, eu, com toda minha pureza típica, decidi que era hora de aprender a usar mensagens subliminares. Afinal, eu não podia deixar essa passar — precisava conquistar alguma leitora sapequinha e tal.

Você sabe, omitir-me frente a tantas mulheres não era, afinal, a coisa certa a se fazer. Ou melhor, não para um macho sagaz solteiro como eu. Assim, então, comecei a mandar minhas “subliminares”. :P

Mas, apesar disto e daquilo, confesso: não acreditava que isso daria realmente certo. Estava mais para um brincadeira mesmo do qualquer outra coisa. Até porque é extremamente nerd conhecer mulheres por blog. E nem sou tão nerd assim, vai. Muito menos macumbeiro, diga-se de passagem. Por tais motivos, minhas mensagens subliminares não deviam fazer efeito algum. Mas, num espasmo de luz ou algo paranormal assim, elas fizeram!

A propósito, sendo um pouco mais específico, o efeito foi uma doida de, sei lá, 1m e 70 de altura, 20 anos e tudo mais. Aliás, para você entender o quão doida ela é, ela veio de São Paulo (capital) para cá — o fim do mundo, como ela denominou essa pacata cidade chamada Itu — de carro, sendo que ela nunca, até então, havia pegado estrada.

O fato é que ela — a leitora misteriosa — realmente veio. Nos encontramos, aliás, na famosa “Praça do Orelhão”. Foi simplesmente tenso quando eu estava indo de encontro a ela. Mas, de longe, mais simples do que eu imaginava. Tanto é que em pouco tempo já estávamos devidamente sincronizados — afinal, dois loucos hão de se dar bem. Quer dizer, eu não dei nada. Ah, você entendeu. ¬¬’

Enfim, ficamos juntos durante a sexta-feira, à noite, e o sábado. E posso dizer o seguinte: se todas minhas leitoras forem sapequinhas assim, este que vos fala está fadado a viver pouco. Pouco, mas feliz, eu diria. Muito feliz!

Mais um pouco e eu não voltava para contar a história. Voltei, no entanto. E muito bem, devo dizer.

No mais, melhor me abster dos detalhes, pois, caso contrário, ficarei parecendo o Dr. Love. Ou, ainda, um Austin Powers dos blogs ou algo que o valha. E não chego a tanto. Nem perto, para ser sincero.

Por fim: UHUL!

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A vida como ela é

Se eu considerar todas as loucuras que escrevi por aqui, inevitavelmente chegarei a seguinte conclusão: você me considera um louco. É uma conclusão sensata, eu diria. Mas talvez, numa boa hipótese, você até me considere um cara legal e tudo. Enfim, sendo o que for, o fato é que não sei exatamente se aquilo que você pensa sobre mim corresponde, de fato, àquilo que sou pessoalmente.

Eu sou um tanto esquisito, isso eu posso dizer. O resto, porém, não consigo definir — é sério. Talvez eu seja mais chato, talvez mais legal, não sei. Eu gosto de ser engraçado, isso também posso dizer. E tenho um sotaque típico de interioR, infelizmente. Não é nada exagerado, no entanto. E, de qualquer jeito, não gosto de falar sobre isso. Enfim, fora esses detalhes, é difícil estabelecer as diferenças que apresento pessoalmente. Eu sei que elas existem, só não sei dizer quais.

Essa, afinal, é uma dúvida que tem me perseguido bastante por esses dias. E isso por um motivo bastante interessante: conhecerei uma sapequinha leitora deste blog. Sexta-feira, dia 02, para ser exato. E eu nunca fiz isso ou qualquer coisa que o valha. Isso explica, afinal, o porquê de eu estar tão ansioso.

Não sei o que acontecerá. E essa dúvida é cruel. Contudo, bem que eu imagino algumas coisas. Para ser específico, coisas eróticas e tudo mais. Não que eu seja um tarado ou algo assim. Mas, você sabe, tenho 19 anos, e isso é normal (ou não).

Bom, seja o que for, será amanhã. =)

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Concurseiro de Plantão!

Poutz!¹ Eu sou, certamente, uma das figuras mais azaradas que você pode conhecer nesta vida. Sério, eu tenho uma intimidade incrivelmente sacana com a lei de Murphy, e, infelizmente, não consigo me esquecer disso. Tanto é verdade que eu até me acostumei com tal fato. Fazer o quê? Negar a triste realidade só faz prolongar o sofrimento (Obrigado, obrigado… Fui eu mesmo que inventei). Por isso, afinal, eu evito. Não dou chances ao azar. Isso justifica o porquê de eu não ir a parques de diversão, por exemplo. Sabe como é, vai que um carrinho da montanha russa sai do lugar e… Bom, melhor não falar sobre isso.

Contudo, entretanto, no entanto, às vezes não há muito o que se fazer. O azar é natural. Dia desses, por exemplo, me apareceu um baita terçol no olho direito…. Porr* meu! Por que comigo!? Imagina só: eu já tenho os olhos pequenos, widescreen e tudo mais, e ainda com terçol? Responda: é ou não é bizarro demais? E pra piorar: ainda tive que gastar uma grana assustadora com colírio, pomada e etc. Céus, é por isso que eu digo que se eu fosse um pouco mais samurai, eu enfiava uma daquelas espadas na barriga e acabava logo com essa bagaça. Mas, tudo bem, eu não sou.

O fato é que, uma vez exposto meus problemas, você há de concordar que eu tenho motivos bastante coerentes para desistir da minha luta contra o Estado. Ah, come on girls, desculpem-me, mas eu é que não vou entrar no meio do mato para fazer revolução. Afinal, considerando minha sorte, é bem capaz de eu tropeçar num galho de árvore, pegar febre amarela, ser picado por um escorpião, ser engolido por uma sucuri e tudo mais. E pior: sobreviver, tão-somente, para contar a bosta que me aconteceu (literalmente, claro. Afinal, por onde você acha que eu sairei da sucuri?).

Bom, uma vez que se saiba por que o sonho hippie acabou, posso agora introduzi-los (calmamente) em minha nova jornada. Então, vamos lá: Eu, Mário, agora sou oficialmente um concurseiro! Isso mesmo, além de não lutar mais contra o Estado, eu me juntarei a ele (quando eu passar, claro).

É, bem sei que você deve estar pensando: “Bom, considerando sua preguiça em escrever textos, o serviço público é mesmo a sua cara, traíra”. ¬¬’

E eu, meu caro, só posso responder uma coisa: sorte sua que não é na área de saúde Você está certo.

Me deseja boa sorte, vai. Eu preciso. :(

Ei Mário, cadê os posts?

Tá, eu confesso: estou em falta com vocês, caros leitores. Não nego. Faz mesmo um tempão que eu, blogueiro preguiçoso que sou, não posto por aqui. É, aliás, bem verdade que isso deveria ser punido, até porque não cabe a justificativa de que eu estava com japinhas, pois eu não estava. Mas, de todo modo, peço desculpas pela ausência.

E, por fim… Não, este blog não está abandonado (ainda que pareça estar). Ele só está, por ora, um pouco desatualizado. Mas por pouco tempo. :D

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Garotas, Flertes e Foras

Quando falo que ser homem é difícil, parece que estou brincando, mas, de verdade, não estou. É a pura verdade. Tudo bem que, de qualquer jeito, eu não gostaria de ser mulher, mas nem por isso eu devo dizer que ser homem é fácil, porque realmente não é. Quem é homem sabe e pode confirmar: a parada é tensa e sinistra pro nosso lado.

Quando eu era pequeno, tudo bem, era uma maravilha só. Eu não precisava lavar louça, nem limpar a casa e nem nada do tipo. Era uma dádiva. Eu podia ficar o dia todo coçando o meu — ainda pequeno – guri, e boa, não tinha problema algum.

Todavia, na adolescência, tudo mudou. Foi quando descobri que a vida de um homem não era feita apenas de motivos para cantar uma bela canção. Em outras palavras, descobri que não poderia viver sem mulheres e que, para conquistar uma, teria que levar muitos, mas muitos foras.

E levar fora não é fácil. Tá certo, a gente nega, diz que é normal, mas no fundo sabemos o impacto que isso causa no nosso ego. Enfim, o que quero dizer é que levar um fora, depois de criar tanta coragem para chegar numa garota, é frustrante. E o pior é que a tarefa de “chegar” é naturalmente do homem.

Assim, nós é que temos que chegar na garota. E bom, você sabe, mulheres são tão complicadas… Dificilmente sabemos quando uma garota realmente quer que cheguemos nela.

Algumas, por exemplo, dão bola tão somente para fodidamente esculachar com nosso orgulho. Para estas, não basta nos dizer um “não”, elas também precisam mostrar o quanto “não nos enxergamos” e coisas do tipo. Enfim, pisar no nosso orgulho masculino mesmo e tal.

Há, por outro lado, aquelas que dizem “não” para não parecerem fáceis. É complicado. Nem sempre dá pra saber se um “não” realmente é um “não. Até porque há casos em que, se você insistir, pode tanto dar certo quanto resultar num fora desesperadoramente pior. Ou seja, estamos ferrados em todos os casos.

Mas, anyway, a vida segue e eu aprendi que tudo passa. Fora os despachos na encruzilhada, por exemplo, eu sequer desejei mal àquelas que me deram foras. Longe disso. Eu diria, para você ter noção, que nem estou feliz por saber que aquela “ex”, que me dispensou há um tempo atrás, hoje está uma baranga sem tamanho, namorando um cara tosco e tudo mais.

No mais, alguma leitora está afim de me dizer um “não”?

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Vou virar hippie

Nunca fui um cara muito ligado a estudos e tal. Sério mesmo, é verdade. Por ter certa facilidade em aprender coisinhas básicas, até o Ensino Médio sempre levei o estudo meio que “com a barriga”; não lia, não escrevia e não fazia nada. E assim foi indo até o dia em que percebi que, para poder sustentar meu sonhado harém de japinhas, suecas, italianas e gostosuras assim, eu precisaria estudar. E estudar muito. Afinal, nem só de amores vive um homem. Por esta razão, guiado por um objetivo deliciosamente nobre, entrei numa faculdade.

Já na faculdade, aprendi que estudar não é lá tão ruim assim. Na verdade, é até legal essa parada de, através do conhecimento, libertar a mente e tal. Quer dizer, sendo sincero, às vezes enche o saco mesmo, principalmente quando temos que ficar viajando nas idéias dos filósofos e tal. Aliás, já ouviu falar em maconha? Pois bem, nunca fumei isso, mas o efeito deve ser o mesmo: uma grande viagem. Mas enfim, voltando ao assunto, não é tão mal estudar.

Agora, por exemplo, estou estudando sobre Roma, Sparta e todas estas civilizações antigas, que são bastante interessantes. Porém, por mais que seja legal ver que há pessoas nesse mundo há tanto tempo, uma coisa me deixou um tanto espantado: somos manipulados. Ora, mas isso todos sabemos, você deve estar pensando. É verdade, mas o pior é que, de certo modo, estou aprendendo a fazer parte dessa manipulação toda. Um trauma!

Quer dizer, não tanto, para dizer a verdade. Afinal, se eu alcançar meu objetivo (ser Promotor), minha tarefa será justamente a de defender a sociedade. É, até que não é tão mal. Mas não importa, o fato é que, assustadoramente, farei parte de sistema perverso, manipulativo e cruel, chamado Estado.

Tudo piorou quando descobri que a Constituição Federal proíbe, sem dó nem piedade, que eu tenha um harém. Ora, como assim? Com tanto amor para dar, eu só posso dá-lo a apenas a uma mulher? Injusto, para mim e, sobretudo, para outras mulheres. Sistema cruel. Estou revoltado. Revolta semelhante, aliás, só tive ao descobrir que, ao nascer, não havia vindo de uma cegonha.

Cansei. Talvez o negócio seja virar hippie, fugir disso tudo, montar uma sociedade alternativa, botar uns “dreads” na cabeça e esquecer esse negócio de capitalismo. Sei lá, se mudar de idéia, eu escrevo um post.

Por ora, paz e amor!

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Como ficar forte e sensual

Obviamente, preciso dizer, o título deste post é fantasioso. Eu até posso ter lá meu charme oculto, eu sei, mas jamais serei sensual. Jamais! Sei lá. Contudo, ao menos, posso ser forte… Convenhamos, já é alguma coisa. Além do mais, preciso concluir meus objetivos traçados para este ano, dentre os quais está me tornar forte. É sério, meus tempos de japinha franzino estão chegando ao fim. É, cansei. Afinal, a exemplo dos meus ancestrais longínquos da terra do sol nascente, preciso ser forte, muito forte.

O problema é que ficar musculoso não é tarefa fácil. Não mesmo, ainda mais para um cara desprovido de força… cof…fraco…cof… como eu. A propósito, como dói levantar peso, né? Está certo que sou muito macho e tudo mais, mas não posso negar que, ainda assim, não é nem um pouco simples ficar levantando aqueles negócios pesados. É, mas não tem jeito, é o único caminho, até porque jamais quero tomar bomba. Sou medroso para estas coisas, mesmo. Afinal, quero ganhar músculos, não deixar de ser homem, se é que me entende…

Por outro lado, apenas ficar levantando peso feito um tonto não significa que ficarei forte. É preciso me alimentar direito também. E é isso que estou fazendo. Contudo, é um tanto quanto “marica” deixar de comer isso ou aquilo porque tem “alto teor de gordura” ou qualquer coisa assim. E sim, concordo que isso não é uma coisa necessariamente de macho. Mas enfim, fazer o quê? É um sacrifício.

Para você ter noção do grau de “frescurite”, para evitar a gordura, comprei até um daqueles milagrosos, incríveis, impressionantes e sapequinhas George Foreman Grill’s. E olha que eu nunca fui de acreditar muito nessas propagandas de TV e tal… Mas beleza, o grill até que funciona realmente bem, dá pra fazer várias coisas e ficam uma belezinha só. Claro, não fez milagre e, tampouco, realizou todos meus desejos (até porque seria estranho abrir a tampa do Grill e encontrar uma japinha grelhada), mas cumpriu o que se propôs a fazer.

Outra coisa: ainda na questão da alimentação, para ganhar massa muscular é bom comer bastante frango, ovos, atum e batata-doce. Eu não preciso nem dizer o resultado dessa mistura, né? Céus, é para matar qualquer um, coisa desagradável mesmo! Mas claro, eu evito essas misturas, até porque, como bom aluno de Direito, preciso preservar o bem comum. E, sinceramente, o resultado dessa mistura passa uma-vida-toda longe disso. Enfim, são sacrifícios para alcançar a boa forma e tal. Bom, espero que pelo menos, como resultado, eu encontre, enfim, as garotas sensuais a tão sonhada felicidade que tanto desejo.

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